The
Chinese Worker’s Center for International Exchange – CWCIE, órgão
da All-China Federation of Trade Unions - ACFTU
O
Centro de Intercâmbio Internacional dos Trabalhadores
Chineses foi fundado em 1984, com esforços e patrocínio
de seis entidades:
1.
Confederação Nacional de Sindicatos da China
2. Conselho Chinês para Promoção de Negócios Internacionais
3. Liga Chinesa de Jovens
4. Federação Nacional das Mulheres
5. Associação Chinesa de Ciência e Tecnologia
6. Associação de Empresas Chinesas
O
Centro desempenha um papel singular, porque na China todos
são funcionários assalariados, desde o presidente
da República até o mais simples cargo, tendo
hoje um número de funcionários que ultrapassa
300 milhões de trabalhadores. Atualmente o Centro tem
como filiados algo entre 120 e 130 milhões de trabalhadores,
com meta a expandir sobre aqueles que ainda não se filiaram.
Ver
mais na área de Newsletter – Junho 2005
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Da
esquerda para a direita: Liang Suhua – consultora
da área de Turismo e Terceiro Setor do CWCIE , Wilson
Carlotti – Agrobiz, Elza Tsumori – Agrobiz,
Man Qingsheng – Área Internacional do CWCIE,
Bai Liwen – Diretor adjunto da ACFTU, Xu Rong – Seção
de Tecnologia e Economia do CWCIE, Liu Naili – conselheira
da CWCIE e Jin Xiao Peng – Depart. Internacional
do Comitê Central do Partido Comunista da China,
no dia 24 de maio de 2005, na sede da ACFTU em Pequim.
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No
dia 25 de maio de 2005, uma reunião de quatro horas
com representantes de 3 cidades: Jiaozuo, Qingzhou e Wuxi.
Todos são representantes oficiais, entre eles, Secretário
de Ciência e Tecnologia, Vice-Prefeito, Secretário
Geral, Professor de Centro de Pesquisa, Diretor de Sindicato
Municipal e de Centros de Intercâmbio.
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O
futuro começa agora
Ira Foz
É triste
observar, ano a ano, as coisas que acontecem na agropecuária
nacional. Num ano estão felizes, no ano seguinte estão
desesperados. Falta o mapa das soluções para
o setor. A produção cresce ‘demais’ derrubando
preços. Estiagem de um lado, inundação
do outro. Por ai vai-e-vem, numa aventura radical que causa
tristeza de ver. Fica quase tudo a mercê de situações
externas, sem rédeas e, pior ainda, sem compromissos.
A agropecuária brasileira ainda é uma espécie
de mundo do tipo ‘seja lá o que Deus quiser’.
Se esta situação seria minimamente compreensível décadas
atrás, com os recursos disponíveis na atualidade, entre tecnologias
e informações esclarecedoras e confiáveis, transforma-se
em uma tragédia anunciada. Trata-se de uma situação cada
vez mais inaceitável. Está na hora de mudar o futuro.
Afinal,
o que temos?
Olhando com novos olhos, para o velho e conhecido cenário deste decantado “Brasil,
celeiro do mundo”, podemos fazer uma saudável exercício
de criatividade e, com algum esforço, disponibilizar uma boa dose de
autocrítica. Precisamos ficar nus, com muita humildade e nenhum preconceito,
para pegar as rédeas do futuro que desejamos encontrar lá na
frente.
Fácil de falar, difícil de fazer. Por acaso é fácil
produzir alimentos no Brasil? Algum dia isso foi tarefa simples? Então,
difícil por difícil, melhor será estabelecer mudanças
que promovam boas causas e melhores efeitos, para os nossos negócios
e para as nossas vidas.
Afinal, o que temos? Ora, logo de saída, temos uma base superlativa
que nos proporciona vantagens estratégicas importantes, quando comparamos
nossas condições básicas para produzir com as condições
de praticamente todos os países do mundo. Temos espaço, água,
luminosidade, calor e gente. A maior reserva nacional de terra e água
doce do planeta está no Brasil.
Além disso, temos a Embrapa, centros de pesquisa, universidades, um
manancial de inteligência que desenvolveu e continua desenvolvendo as
nossas tecnologias tropicais, adequadas à nossa realidade.
Então,
temos também inteligência, da melhor qualidade,
promovendo mudanças que só não se tornaram
mais visíveis nos resultados financeiros, porque ainda
não tivemos soluções correspondentes em
outras instâncias, como a criação de um bom ‘mapa
da estrada’ rumo ao desenvolvimento e seu conseqüente
sucesso, como diz o economista Francisco Vila. Assim como está,
enquanto um lado faz, o outro lado desfaz.
O
que salvar entre uns e outros?
Um
dia, assistimos a grande marcha do MST (Movimento dos Sem Terra)
reivindicando uma reforma agrária que está rolando
há décadas, cada vez mais onerosa aos cofres
públicos, com baixos resultados, num processo que pede
reformulações e providências urgentes.
A reforma agrária tem aprovação, inclusive, entre os produtores
rurais. O que se questiona é o desperdício de recursos públicos,
o desrespeito ao Direito, a impunidade, a falta de controle explícita,
enquanto o MST não tem personalidade jurídica e falta identificação/cadastramento
da massa humana envolvida nas invasões e assentamentos.
Precisamos de um programa de reforma agrária moderno e transparente.
Uma reforma agrária que promova a inserção social, a qualidade
produtiva e de vida, a ampliação dos índices benéficos
da produção rural.
Para a produção ativa, no seu conjunto, os gargalos promovem
perdas onde o empenho produtivo faz pequenos milagres a cada safra, com as
safras crescendo apesar das forças contrárias, como estradas
ruins, falta de armazenagem, estiagens e enchentes, ausência de um sistema
de seguro agrário e outras causas danosas.
As perdas anuais em grãos chegam a 13% (fonte- IBGE), entre o plantio
e o que vai caindo estrada afora, até chegar à gôndola
do supermercado. Nos produtos mais perecíveis, como as frutas, as perdas
podem chegar aos 40%. Não estão incluídas nestes índices
as perdas por efeitos climáticos.
Todos os pontos críticos são conhecidos e pedem, com urgência,
a racionalização necessária para sustentar soluções
adequadas. Recuperar desperdício via racionalização gera
respostas rápidas e pode recuperação resultados positivos
em toda a linha de produção e percurso dos produtos, sendo que
alguns fatores entre os que geram desperdício podem ser resolvidos com
relativa facilidade.
A equação do prejuízo
Apesar
da alta participação da agropecuária
na composição do PIB (Produto Interno Bruto),
no superávit da balança comercial brasileira
e na geração de empregos diretos e indiretos,
também assistimos vez-ou-outra às marchas de
reivindicação dos produtores.
Mostrando efeitos cambiais piores que efeitos de juros altos, destacando a
equação do prejuízo em larga escala para o setor, com
o custo a dólar valendo R$ 3,20 e a venda a dólar valendo menos
de R$ 2,50 (ref.maio/2005). Isso, mais os outros problemas mencionados. Mesmo
assim, as exportações continuam crescendo.
O desamparo é imenso, mas uma solução estanque não é a
solução, é apenas um curativo sobre uma chaga grave. Então,
se reciclar dívidas é necessário, por que não colocar
na pauta de reivindicações, com prioridade, a implantação
do seguro agrário e a dissolução dos gargalos promotores
de perdas inomináveis, para os produtores e para o País? Por
que não temos programas de médio e longo prazos?
Na tempestade dos prejuízos, vale o salve-se quem puder? Como fica o
dia seguinte? Até quando fica valendo que setores produtivos, essenciais
para o desenvolvimento nacional, permaneçam à mercê de
perdas previsíveis e passíveis de solução?
Os
novos paradigmas
Fala-se
muito em novos paradigmas. Eles representam a chamada geral,
para segurar o rabo do foguete acelerado que está assolando
o mundo, nesta gigantesca onda da globalização.
Globalização que começa a doer até mesmo
entre os mais favorecidos, onde se apegam a aquela tradição
de ‘não mudar time que está ganhando’,
enquanto as diferenças ampliam suas margens.
Acontece que estamos no meio do caminho desta tal de globalização,
cercados por modelos novos ainda na fase de gestação, ou criando
modelos novos. E ainda encontramos muita resistência para mudanças
que vão acontecendo de qualquer maneira, quando precisam acontecer da
melhor maneira possível.
Nos
novos paradigmas cresce o espaço voltado para a qualidade
de vida, para a pacificação, para as novas ciências,
para a preservação ambiental... Uma utopia atrás
da outra? Não é assim que as coisas nos chegam
agora. O que nos chega é a conscientização
de que atingimos todos os limites, esgotamos todos os modelos.
O Século XX encerrou uma longa trajetória da nossa humanidade.
Os novos paradigmas estão brotando das evidências, da obviedade,
da impossibilidade de permanecer em um tempo que não existe mais, permitindo
que as coisas continuem a acontecer do mesmo jeito.
Se tudo isto não é fácil de encarar, a expectativa de
não atender o apelo da realidade constatada não tem base de sustentação.
Novos tempos exigem soluções em três tempos: agora, amanhã e
no futuro mais distante. Tudo isto, com visão simultânea de causas
e efeitos.
Novos tempos exigem gestão com muita eficiência. E, principalmente,
a conscientização de que nosso espaço é finito,
os mercados são finitos e o tempo para viver é finito. Por isso,
a palavra de ordem é fazer bem a lição de casa, corrigir
erros e otimizar acertos. E decidir com visão de longo prazo, para colocar
cada ação no seu devido tempo e espaço, mantendo a cabeça
firme nas metas.
Só assim podemos viabilizar o futuro que queremos: construindo um degrau
de acesso a cada dia, salvando o futuro a cada dia
MARKETING
DO SÉCULO 21
Para
entender porque a Agrobiz trabalha com o conceito de marketing
do Século 21 acreditamos que seja necessário relembrar
historicamente que a maioria dos conceitos e atividades de marketing
e de comunicação de marketing que atualmente utilizamos
foram criados nos Estados Unidos, principalmente após
1950 ( pós-segunda guerra ).
Somente no final dos anos 50, após anos de desenvolvimento,
Jerome McCarthy ( prof. de adm. de empresas da Universidade Estadual
de Michigan ) lançou um livro sobre Marketing com o conceito: "administração
dos 4 Ps" ( Produto, Praça, Preço e Promoção
).
A comunicação virtual e a convergência de
tecnologias trouxeram novos elementos para a efetiva mudança
na área de Marketing. E mais do que isso, se antes era
monólogo do fabricante para o resto da cadeia, hoje devemos
nos preparar para a comunicação de mão dupla,
o diálogo entre fabricante e consumidor.
Agrobiz acredita é no controle compartilhado entre fornecedor
e comprador, através do uso cada vez maior da tecnologia
da informação.Buscando no cenário das tendências
e nas tecnologias de ponta os produtos e serviços que
sejam capazes de ajudar nossos clientes a se inserir ou desenvolver
oportunidades de ativar negócios no mercado globalizado
deste novo século.
Uma outra área que vai influir fortemente na ativação
de negócios além da tecnologia como um todo é o
bem estar do ser humano, considerando-o como ser integral, para
estar bem por dentro e por fora para que possamos preservar a
saúde da sociedade e do planeta. Assim sendo, cada vez
mais teremos que inserir os que estão fora da possibilidade
de consumo, o comércio responsável e a preservação
do meio ambiente.
Com
este cenário em mente, dividimos nossa atuação
em 3 grandes áreas de Marketing:
· Negócios
de representação e comércio.
· Comunicação Integrada.
· Projetos para Desenvolvimento Sustentável.
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